tpcs_90
25-05-2009, 02:23 PM
A Microsoft parou de oferecer seu comunicador instantâneo, o Windows Live Messenger, para usuários em cinco países que estão sujeitos a sanções dos Estados Unidos (EUA): Cuba, Síria, Irã, Sudão e Coreia do Norte, segundo comunicado da empresa divulgado na sexta-feira (22/05).
Usuários nos cinco países não conseguirão mais se autenticar ao serviço de troca de mensagens, afirmou a Microsoft por e-mail.
Os EUA consideram os países citados como hostis ou ameaçadores de alguma maneira aos seus interesses nacionais. Detalhes sobre as sanções econômicas e de negócios impostas a esses países podem ser consultadas no site do U.S. Office of Foreign Assets Control.
A Microsoft não comentou as razões pelas quais bloqueou o serviço agora ou por quanto tempo os habitantes dos cinco países não terão acesso ao Windows Live Messenger. A companhia afirmou apenas que não faz negócios diretamente com as cinco nações.
A notícia foi publicada originalmente no blog LiveSide.net (http://www.liveside.net/main/archive/2009/05/21/microsoft-shuts-off-windows-live-messenger-im-for-users-in-countries-embargoed-by-the-us-error-810003c1.aspx).
Créditos www.idgnow.com.br (http://www.idgnow.com.br)
:)
Usuários nos cinco países não conseguirão mais se autenticar ao serviço de troca de mensagens, afirmou a Microsoft por e-mail.
Os EUA consideram os países citados como hostis ou ameaçadores de alguma maneira aos seus interesses nacionais. Detalhes sobre as sanções econômicas e de negócios impostas a esses países podem ser consultadas no site do U.S. Office of Foreign Assets Control.
A Microsoft não comentou as razões pelas quais bloqueou o serviço agora ou por quanto tempo os habitantes dos cinco países não terão acesso ao Windows Live Messenger. A companhia afirmou apenas que não faz negócios diretamente com as cinco nações.
A notícia foi publicada originalmente no blog LiveSide.net (http://www.liveside.net/main/archive/2009/05/21/microsoft-shuts-off-windows-live-messenger-im-for-users-in-countries-embargoed-by-the-us-error-810003c1.aspx).
Créditos www.idgnow.com.br (http://www.idgnow.com.br)
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